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Profissionalismo e ética: sua chave para o sucesso!

Você concorda que ser um profissional competente e aliar profissionalismo e ética são duas coisas diferentes? Quando dizemos que um indivíduo age com “profissionalismo”, estamos querendo dizer que este é um profissional competente, certo?
Um profissional competente, em geral, é aquele que consegue transmitir confiança rapidamente. Apresentar profissionalismo é ser memorável, respeitável e capacitado.

O profissionalismo é, sem dúvidas, a chave para o sucesso na carreira. Mas como ele é demonstrado aos outros? Como saber se estamos agindo com profissionalismo? Confira neste texto!

Sinais de que um profissional é competente

Os profissionais competentes são respeitados por sua energia, intuição, visão, convicção, humildade, paixão e evidência de aprendizado contínuo. Clientes, colegas, empregadores e o público em geral esperam certo comportamento e imagem dos denominados “profissionais competentes”.

O profissionalismo é um compromisso de vida para a competência, excelência, valores honráveis, padrões, ética, bom caráter e determinação, entre outras características. É essencial apresentar confiança, liderança e entusiasmo genuíno.

A linguagem corporal positiva, o foco nas necessidades do cliente e as atitudes demonstram profissionalismo. Além disso, o uso de técnicas efetivas de comunicação pode transmitir mensagens que refletem que um profissional é confiável, comprometido e competente.

Indicadores de profissionalismo e ética

Os comportamentos éticos podem se basear em valores e habilidades. Os valores vêm da integridade. É o uso da ética e de crenças pessoais para fazer a coisa certa, mesmo que ninguém veja. É ter habilidade de praticar comportamentos éticos diariamente, em todas as situações.

As pessoas éticas questionam como seus comportamentos podem afetar os outros e, frequentemente, se preocupam sobre os acertos de suas escolhas.

Essas pessoas se questionam regularmente: o que estou fazendo é justo, é honesto e é verdadeiro para a minha estrutura de valores?
O fato de se formar não significa que todo indivíduo deve, imediatamente, começar a praticar como um especialista numa área que não tem familiaridade adequada.

Mesmo para um profissional com anos de formação, é ético aceitar um serviço ou atendimento em área que não está atualizado ou que não tem conhecimento suficiente?

É ético, por exemplo, um gerente de uma Unidade de Alimentação e Nutrição manter-se no cargo quando não está atualizado com procedimentos de prevenção de contaminação alimentar, que pode causar enfermidade ou a morte de clientes vulneráveis?

Como evidenciar a ética profissional

Há conhecimentos e competências diferentes entre iniciantes e profissionais com prática avançada. Quando um profissional não tem conhecimento, desejo ou capacidade de adquirir informação sobre um assunto, ele não deve aceitar um serviço ou atender um cliente sobre aquele tema. Na prática privada, o profissional pode escolher quais clientes aceitar, desde que não discrimine classes de indivíduos.

É princípio ético que cada profissional tenha a responsabilidade de reconhecer os limites de sua qualificação. Portanto, faz parte da ética que um profissional assuma responsabilidade de acordo com sua competência e, continuamente, aumente o seu conhecimento e habilidades técnicas. Os profissionais éticos sentem-se obrigados a se manter competentes e a oferecer os melhores serviços possíveis aos clientes, consumidores e sociedade.

Ser ético é ter autocrítica e seguir bons exemplos

Felizmente, as qualidades refinadas podem ser aprendidas e internalizadas. Uma maneira de ajudar a incorporar qualidades profissionais é prestar atenção no comportamento de profissionais modelos e copiá-los. Outra maneira é estar disposto a fazer autoavaliação ou autorreflexão de suas deficiências e trabalhar para melhorá-las.

Outro aspecto importante para o sucesso no trabalho, e também na vida, é a inteligência emocional. Ou seja, a capacidade de reconhecer os nossos próprios sentimentos e os dos outros, a capacidade de motivarmos a nós mesmos e a habilidade de gerenciar as nossas próprias emoções.

Enfim, com a prática, pode vir a confiança de que as escolhas alcançam os padrões éticos pessoais e profissionais. A integridade e a prática ética beneficiam todos os profissionais, apoiam os ideais dos quais as organizações profissionais aspiram e criam confiança em relação à profissão.

O profissional competente e ético deve trabalhar arduamente para que os outros reconheçam a sua capacidade. O resultado é o aumento da demanda e da necessidade de nossos serviços e, por fim, o reconhecimento da sociedade de que somos profissionais respeitados e confiáveis.

Dicas para ser mais ético e profissional

Ser ético implica, antes de mais nada, adotar uma postura sustentável. Pelo comportamento guiado pelas regras, boas práticas e pelo bom senso, a tendência é para que, com o tempo, o profissional de nutrição seja cada vez mais requisitado.

Nesse aspecto, é importante que você:

Considere as consequências do comportamento antiético

Pense, por exemplo, nos profissionais de saúde que exercem suas funções violando princípios básicos dos códigos profissionais e que, em consequência disso, perdem sua liberdade. Além de colocar em risco a vida de outras pessoas, arriscam-se a perder seus registros, dando fim precoce a uma carreira que poderia ser brilhante.

Portanto, é preciso considerar que o sucesso de hoje pode significar a ruína amanhã, quando a ética deixa de ser parte do comportamento profissional.

Disse o escritor Oscar Wilde que ética é o que fazemos quando todos estão nos vendo, e caráter é o que se faz em privado. Sendo assim, não seria justo concluir que ambos estão intimamente ligados e são, invariavelmente, percebidos pelos nossos clientes?

Respeite direitos e deveres relativos à competência e qualificação

Recentemente publicado, o Código de Ética e Conduta dos Nutricionistas diz, em seu artigo 1°:

“O nutricionista tem o compromisso de conhecer e pautar sua atuação nos princípios universais dos direitos humanos e da bioética, na Constituição Federal e nos preceitos éticos contidos neste Código.”

Vale destacar, ainda, o exposto no artigo 12°, cujo texto define como direito a faculdade de recusar propostas profissionais que configuram desvio de função. Assim, todo nutricionista pode e deve, conforme diz a lei, escusar-se de atendimentos incompatíveis com seu status acadêmico ou de experiência profissional.

Igualmente importante, nesse sentido, é o que dizem os artigos 38, 39, 40 e 41 do referido código. Lá, estão as orientações sobre o que deve ser feito em relação às necessidades dos clientes, de atualização técnico-científica e o que fazer caso seja detectado desvio de suas funções, em virtude de pressões externas.

Como se pode perceber, a atualização constante é, além de um sinal inequívoco de competência e ética, uma obrigação nos termos do próprio juramento do nutricionista.

Escute seus clientes sem deixar de orientar

Uma postura ética, profissional e dentro do que a lei delimita tem tudo a ver com um atendimento pautado pelas necessidades do cliente.

Por outro lado, é importante avaliar sempre, de forma crítica, o quadro exposto. Ou seja, mesmo que o cliente demonstre algum conhecimento sobre prescrição de dietas, é dever do nutricionista orientar sobre as implicações de cada regime alimentar.

O ouvido atento, portanto, não deve ser confundido com uma postura condescendente, pronta para aceitar sem reservas tudo que o cliente achar melhor. O nutricionista terá, sempre, a palavra final sobre o que deve ou não ser adotado como solução, conforme seus conhecimentos e experiência acumulada.

Mantenha-se atualizado e tenha cuidado com modismos

A necessidade de se manter atualizado não significa que o nutricionista deve seguir a todo custo as últimas tendências em práticas profissionais em sua área de atuação.

Como exposto, são as reais necessidades do cliente que devem pautar a prescrição de dietas, mesmo que isso signifique aderir a métodos já amplamente utilizados.

O próprio artigo 38, do Código de Ética, deixa claro que não ceder a modismos é dever do profissional. O nutricionista deverá colocar sempre em primeiro plano as demandas de cada indivíduo em busca de soluções.

Dessa forma, profissionalismo e ética caminharão sempre juntos, garantindo os melhores resultados. Ganham clientes, com dietas ajustadas às suas necessidades, e ganham os nutricionistas, já que o capital acumulado pela boa reputação é sempre o mais valioso.

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