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Nutrição e doença renal não dialítica: como a dieta pode ajudar os pacientes?

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Como é sabido, o rim é um órgão do corpo humano que está diretamente envolvido com o equilíbrio nutricional e o metabolismo de nutrientes. Apesar de a maioria das patologias existentes demonstrar algumas melhoras com uma alimentação equilibrada, há uma relação muito significativa entre nutrição e doença renal.

A doença renal é um problema de saúde que se caracteriza pela perda gradativa ou repentina das funções desempenhadas pelos rins. Ela apresenta diversas causas, tais como uso excessivo de medicamentos, problemas nas artérias dos rins, hipertensão, diabetes tipo 1 e 2, pedra nos rins, entre diversas outras.

Quer saber como a prescrição e orientação de uma dieta adequada pode contribuir para a melhora do problema? Continue acompanhando para conferir!

Limite a quantidade de proteínas na dieta

Apesar de existir certa controvérsia e discussão sobre se a quantidade de proteínas ingeridas auxilia no desenvolvimento ou retardo da patologia, é fato que limitar seu consumo na dieta de quem já tem a doença contribui significativamente para a melhora ou controle.

O volume de proteína depende diretamente do estágio do problema. Em estágios mais iniciais é interessante reduzir a quantidade, sendo ideal que a restrição ocorra logo ao fazer o diagnóstico da doença.

No entanto, quando o problema já está mais avançado, mas ainda sem necessidade de diálise, é preciso que o nutricionista indique a diminuição do consumo drasticamente, mas ainda em quantidades saudáveis.

Restrinja o consumo do sódio

O consumo do sódio apresenta bastante influência sobre o problema, principalmente se você levar em consideração que a hipertensão é um forte fator de risco para o surgimento da doença renal.

Por isso, restringir a quantidade de sódio ingerida no dia a dia é importante para não prejudicar mais as funções dos rins e também para que não seja necessário reduzir o volume de água. No entanto, como o consumo está bastante enraizado nos costumes alimentares, restringi-lo nem sempre é uma tarefa fácil.

Para reduzir significativamente é interessante retirar da alimentação aqueles alimentos que são ricos em sódio, como os embutidos, alimentos enlatados, molhos como o shoyu, salgadinhos e afins. Contudo, nem sempre essa medida é o suficiente, por isso as combinações de temperos são ideais para realçar o sabor do alimento sem adição de sal.

Avalie a suplementação com aminoácidos/cetoácidos

Como dito, com o avanço da doença renal crônica não dialítica é indispensável limitar o consumo de proteína. Com essa mudança é provável que a quantidade desse nutriente cause deficiência nutricional. Nesse caso, a suplementação de aminoácidos e cetoácidos eventualmente pode ser necessária e útil para suprir as necessidades do corpo.

Sendo assim, para promover a melhora dos clientes, de maneira que eles tenham mais qualidade de vida, é preciso relacionar nutrição e doença renal crônica não dialítica, ou seja, prescrever e orientar uma dieta adequada. Além disso, também é indispensável que o nutricionista se mantenha sempre atualizado com novas descobertas, a fim de que seja capaz de indicar melhores tratamentos.

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